Terapeutas e Mestres de Reiki credíveis

Como fazer a escolha acertada?

Atualmente vivemos numa sociedade que procura cada vez mais ajuda para aumentar o autoconhecimento, a transformação interior, a realização do propósito de vida… É a evolução da humanidade do século XXI. Muitos procuram o Reiki para responder à evolução. Acho fantástico.

Tenho sabido de muitas histórias contadas por alunos de Reiki em diversos graus que dizem terem sido iniciados em cursos de apenas um dia ou num fim de semana, e que depois são esquecidos e não são acompanhados após o curso para tirar dúvidas, nem têm a oportunidade de partilhar experiências. Ora, quando tento perceber o que aprenderam, concluo que sabem muito pouco, e muitas das vezes desistem por não compreenderem as transformações que foram acontecendo. Isto demonstra que o aluno não procura ser acompanhado ou que o Mestre escolhido apenas se importou em dar o curso e receber o dinheiro. Para mim, o Mestre é alguém que acompanha o aluno, apadrinhando-o. Nos cursos que lecionamos criamos aulas após o curso, as partilhas de Reiki. Isto permite ao aluno conviver, tirar dúvidas, trocar energia Reiki, partilhar experiências e praticar com outros. Sentem-se mais acompanhados quando precisam. Há alunos que nos pedem para fazer novamente o curso, pois sabem pouco e sentiram-se abandonados durante as autocuras de 21 dias e no após. Depois, apercebem-se realmente das diferenças de um curso para o outro.

Cursos fast sem credibilidade

Outra situação que acontece é haver Mestres que fazem cursos à distância, online ou que ensinam “Reiki” diferente daquilo que real¬mente o Reiki é. Rezam nos cursos, falam e falam das suas vidas, facultam um manual só após a conclusão do curso – quando deveriam facultar no início – etc. Até há quem diga que é Mestre de Reiki, mas nunca teve uma iniciação e, por isso, omite a sua linhagem. Aquilo que sabe é o que leu em livros, mas nunca passou pelo ritual de iniciação. Infelizmente, existem muitos alunos enganados que, sem saberem, não receberam Reiki nenhum. E isto é lamentável, pois vivemos numa sociedade muito fast, com cursos de pouco tempo e bem perto de nós. Onde se procura soluções rápidas, sem haver aprendizagem, nem autoanálise de comportamentos. É preciso questionar. Devemos estar atentos a tudo, sem distrações. Não podemos permitir que haja continuidade de Mestres de Reiki que nunca o foram. Um Mestre de Reiki tem de passar pelos graus 1, 2 e 3 através de uma iniciação de outro Mestre de Reiki. Só assim é que se pode assegurar a passagem correta dos símbolos, princípios, leis, entre outros conhecimentos.

“Não podemos permitir que haja continuidade de Mestres de Reiki que nunca o foram.”

A escolha de um Mestre de Reiki

  1. Saber a sua linhagem;
  2. Quantas iniciações já fez e há quanto tempo é Mestre de Reiki;
  3. Como está organizado o curso, sala adequada para a formação, data de aulas, acompanhamento (durante e após o curso), manual explicativo e obtenção de certificado;
  4. Código de ética de Mestres de Reiki, empatia/simpatia e confidencialidade.

Cuidado com as burlas!

Além do que foi referido, têm existido muitas burlas de Reiki. Há quem use o bom nome do Reiki para ficar bem visto ou para ganhar dinheiro com algo que não é Reiki. Criando consultas espirituais, de conversa, sem haver a troca energética, ou para fazerem limpezas com velas, orações, etc. Não estou a dizer que não possa ajudar-nos, mas isto não é Reiki, caro leitor. O Reiki é troca energética, através de toque suave ou aproximação de mãos nos diferentes chakras, transformação e autoconhecimento de padrões, etc. Cuidado com os Terapeutas que abusam das pessoas. Nenhum Terapeuta pode assediar alguém, nem pode obrigar o consulente a tirar a roupa, e muito menos fazer manipulação do corpo ou massagens.
É preciso divulgar a todos o Reiki, a forma correta de o encontrar e incentivar as pessoas a questionarem os seus Terapeutas e Mestres. Partilho dicas importantíssimas, para que todos nós sejamos defendidos e para que os alunos e consulentes não se deixem enganar:

  1. Perguntar quantos tratamentos o Terapeuta fez;
  2. Onde tirou o curso e qual a sua linhagem. Por exemplo, Reiki Essencial, Reiki Tradicional, Reiki Tibetano, Karuna Reiki… (Não é que seja importante, mas serve para testar se realmente fez o curso de Reiki);
  3. A consulta dura entre 45 a 90 minutos;
  4. Há Terapeutas que apontam informações sobre a pessoa para criar objetivos e conhecer a evolução;
  5. Sapatos, óculos, relógios, cintos e jóias podem ser tirados para seu conforto, unicamente se o cliente o desejar. O paciente continua vestido ao longo do tratamento;
  6. O Terapeuta coloca as mãos suavemente sob ou perto do corpo, tal deve ser explicado antes de a sessão iniciar;
  7. O terapeuta move-se ao longo do corpo, provavelmente colocando as mãos sob algumas ou todas essas áreas: cabeça, ombros, barriga, pernas e pés. No entanto, deve demonstrar primeiro ao paciente onde colocá-las para não causar desconforto;
  8. Para pacientes com idades inferiores a 18 anos recomenda-se a presença de um encarregado de educação/tutor;
  9. Código de ética de Terapeutas de Reiki, empatia/simpatia e confidencialidade.
Aqui pode aceder aos artigos escritos pelo autores Joel Reis e Nuno Cardoso, fundadores da Brighid Terapias Integrativas. Direitos de autor protegidos pela lei internacional. Caso deseje copiar algum dos textos por favor indique este website. Em caso de descobrir textos deste site que tenham sido copiados, e não tenham a sua origem no final, faça o favor de nos contactar para o e-mail geral@brighid.pt

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