Que sentido dar à minha vida?

Sentido da vida

Que sentido a minha vida tem neste momento?

Todos nós fazemos inúmeras vezes esta pergunta, mas se ainda não o fez, então, passará a faze-lo.

Buscar um sentido para a nossa vida é o que nos dá razões para vivê-la.

Agora, que orientações devemos ter para percorrer esse caminho? Já fui abordado imensas vezes por quem me procura em consultas ou cursos, sejam eles de Mesa Radiónica, Astrologia ou Reiki. O que mais se fala é em vidas passadas ou no futuro. Estes temas são tão atraentes, confesso que o são, mas porquê? Eu faço esta pergunta aos meus consulentes, deixo-os a pensar por breves instantes e, interrompo com a minha versão, sugerindo implicitamente uma orientação: sente-se atraída(o) por esses momentos para fugir ao presente? Ou, estará a querer fugir da sua vida como está neste momento?

Obviamente que valorizo conhecermos os nossos antepassados, o que já fomos noutras vidas, até mesmo o que já vivemos como experiência nesta vida, para compreendermos o presente e transcrevermos futuros mais risonhos. Mas, devemos dar o devido valor, não sobrevalorizarmos o passado nem o futuro, como desculpa mascarada para fugir do nosso presente.

O mais importante na vida, é viver, apreciando cada momento, cada experiência. Dê sentido à sua vida, vivendo-a com plenitude, fazendo o seu melhor, mesmo não estando no seu melhor. Seja excelente naquilo a que está dedicado, não seja morno, fazendo-o mais ou menos. Divirta-se, seja mais leve com tudo. Afinal, “nada na vida é permanente, nem as crises e nem as bonanças o são.”

Valorize com alegria a bênção de estar vivo. Isso mesmo, está vivo neste momento, seja grato por isso.

Algo que gosto de desmistificar na mente das pessoas, é que não vêm com um propósito de vida grandioso, até pode ser, mas vejo quão fantasiosa a frase dita pode parecer. “Eu sou uma pessoa muito especial e venho para esta vida para ajudar todo o mundo”, “eu venho trabalhar na espiritualidade, sou espírita (ou médium), pois sou muito intuitiva”. Eu não quero ridicularizar ninguém, muito menos desvalorizar o que me dizem. Acredito piamente que existem pessoas com capacidade para isso. Arrisco-me a dizer, todos temos essa capacidade, basta quererem e dedicarem-se a isso. O que pretendo sensibilizar o leitor, é que não viemos trabalhar na espiritualidade, viemos trabalhar a espiritualidade, fazer a nossa alma evoluir, e podemos fazê-lo de inestimáveis formas.

Questione-se pela mensagem que está a deixar a si mesmo, aos seus familiares e às pessoas próximas. Ou ainda vive a vida escondendo-se por detrás “do politicamente correto” ou da cultura “sempre fiz (fazemos) assim”?

Que tal começar por etapas bem simples e fundamentais, fazendo algo por nós mesmos e pelas pessoas que nos são próximas, permitindo que o Universo nos mostre o que fazer a seguir. Respeitando o Universo, o balanço cósmico, o karma, a Natureza, a humanidade, a família e, a nossa relação com tudo isso. A Natureza não é nossa inimiga, porquê lutar contra ela para a dominar? Se vivermos em parceria com ela, com o Universo e a humanidade, tenho a certeza que o tal vazio que sentimos, começará a preencher-se com nutrientes favoráveis à nossa alma, tornando-a mais plena e luminosa. Em que o certo, é fazer o certo para a alma.

Aqui pode aceder aos artigos escritos pelo autores Joel Reis e Nuno Cardoso, fundadores da Brighid Terapias Integrativas.
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